Benfica critica “arbitragem lastimável” na Covilhã e coloca FC Porto na equação

Portugal

Benfica critica “arbitragem lastimável” na Covilhã e coloca FC Porto na equação

Encarnados criticam árbitro Rui Oliveira, após empate na Covilhã, e lembram decisões do mesmo juiz no Dragão

O Benfica teve duras críticas à arbitragem de Rui Oliveira, no jogo desta terça-feira, da Taça da Liga.

Os encarnados, recorde-se, empataram a um golo com o Sporting da Covilhã, resultado que complica as contas do apuramento – a turma de Bruno Lage está à mercê de resultados de terceiros, uma vez que, caso o Vitória de Guimarães ganhe os dois jogos que lhe restam na fase de grupos, um triunfo do Benfica frente ao Vitória de Setúbal de nada vale.

Na newsletter desta quarta-feira, o clube da Luz critica o árbitro do encontro, Rui Oliveira.

“Sem desprimor para a justiça do resultado, para a qualidade, mérito e empenho da equipa do Covilhã ou o reconhecimento da exibição menos positiva da nossa equipa, cabe-nos, infelizmente, ter de referir a arbitragem lastimável, desta feita, de Rui Oliveira”, pode ler-se.

“Uma arbitragem que faz recordar aquela das meias-finais da Taça da Liga da temporada passada, contribuindo para o crescente descrédito desta competição”, aponta ainda a mesma nota.

O Benfica considera “incompreensível que a falta para grande penalidade, cometida sobre Raul de Tomas na primeira parte, não tenha sido assinalada”.

Aponta ainda “diversos lances mal ajuizados”, entre os quais “o mais caricato”, nos últimos minutos da partida, “com um livre potencialmente perigoso à entrada da área do Covilhã transformado em livre contra o Benfica”.

“Dias e noites infelizes todos temos, mas há uns que têm mais que outros e Rui Oliveira parece ser um desses”, refere a newsletter.

O Benfica sugere que há má-fé, uma vez que recorda que “sentado no conforto de uma cadeira enquanto VAR, certa vez não viu uma grande penalidade favorável ao Santa Clara e noutra ocasião promoveu a reversão de uma boa decisão – um fora de jogo bem assinalado – que penalizou o Feirense, concedendo um golo ilegal ao adversário”.

“Coincidentemente, ambos os erros ocorreram no Dragão, favorecendo a equipa da casa”, refere o líder do campeonato.

Não obstante apontarem o dedo a terceiros, os encarnados destacam falhas próprias e assinalam as contingências da fase de grupos da Taça da Liga, “regra geral, utilizada para testar novas soluções táticas ou simplesmente dar ritmo de jogo a jogadores menos utilizados”.

Por outro lado, há “dificuldades” criadas pelo “calendário muito preenchido” e pelos baixos “níveis de eficácia” no jogo com o Sporting da Covilhã.

As contas do grupo

Com o resultado de ontem, o segundo empate em igual número de jogos do grupo B, o futuro do Benfica na prova vai também jogar-se nesta quarta-feira, num embate entre ‘Vitórias’.

Se a turma de Guimarães vencer, o conjunto de Bruno Lage passa a depender de terceiros. Os minhotos somariam, nesse cenário, quatro pontos e poderão ainda acrescentar mais três, na última jornada desta fase, perante o Sporting da Covilhã.

No máximo, os encarnados poderão atingir os cinco pontos. Um triunfo dos sadinos, hoje, permitirá ao conjunto da Luz depender de si, já que na última ronda as duas equipas se defrontam.

E em caso de empate na partida de logo, as contas do grupo ficam em aberto, com as quatro equipas com dois pontos, à partida para a ronda decisiva: o Benfica deslocar-se-á ao reduto do Vitória de Setúbal, enquanto o Vitória de Guimarães recebe o Sporting da Covilhã.

Fonte: https://bancada.pt

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